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Praia Grande – SP

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Baixada Santista, vendas de imóveis usados e locação crescem por segundo mês seguido

As vendas de imóveis residenciais usados e a locação de casas e apartamentos tiveram um primeiro bimestre de ouro no Estado de São Paulo.
Baixada Santista, vendas de imóveis usados e locação crescem por segundo mês seguido
Depois de fecharem janeiro com crescimento de 9,4% e 28,48%, respectivamente, sobre dezembro de 2013, as vendas registraram em fevereiro alta de 43,25% e a locação deu novo salto, de 37,47%.

Das 1.255 imobiliárias consultadas pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) 72,27% consideraram os resultados de fevereiro iguais ou melhores que os de janeiro. Os restantes 27,73% acharam os resultados piores que os do mês anterior.

Reflexo desse bom desempenho, os preços médios dos imóveis residenciais usados subiram 5,2% em Fevereiro segundo o Índice Crecisp, que variou de 112,8130 em janeiro para 118,6793 em fevereiro.

– É a lei da oferta e da procura; se a demanda sobe, a tendência é que os preços também subam – afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

Foram vendidos em fevereiro 52,19% do total em apartamentos e 47,81% em casas. A maioria das vendas – 56,28% – foi feita com financiamento bancário. As vendas à vista somaram 39,75% dos contratos, as vendas com financiamento dos proprietários outros 2,6%. A participação dos consórcios foi de apenas 1,37%.

Os imóveis com preço final de até R$ 300 mil foram os mais vendidos, com 62,43% dos contratos formalizados nas imobiliárias que o Creci-SP consultou em 37 cidades do Estado, incluída a Capital. Por faixa de preço, somaram 72,16% das vendas os que tinham preço médio de metro quadrado até R$ 4 mil.

Os descontos concedidos pelos proprietários sobre os preços originais de venda foram de 10,7% para os imóveis situados em bairros de áreas nobres, de 8,1% para os situados em bairros da região central e de 6,5% para aqueles localizados na periferia.

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Aluguel por temporada no litoral aumenta até 275%

O aluguel de imóveis por temporada em janeiro no litoral de São Paulo está bem mais caro do que no mesmo período de 2013.

Aluguel por temporada no litoral aumenta até 275%

O aumento da diária chegou a 275% para casas de um dormitório em cidades do litoral norte (Ubatuba, Caraguatatuba, Ilhabela e São Sebastião), segundo pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) com 26 imobiliárias de dez cidades litorâneas do Estado.

Esse tipo de imóvel era alugado por R$ 100 por dia no início de 2013. Agora, o valor está em R$ 375.
Ainda nessa região, só um entre oito tipos de imóveis em oferta caiu: o de três e quatro dormitórios, sobretudo casas, com redução da diária. O aluguel de casas de quatro dormitórios sofreu queda de pouco mais de 12%, passando de R$ 972 em janeiro do ano passado para R$ 850 neste ano.

Os aumentos foram menores no litoral central (Guarujá, Bertioga e Santos) e no litoral sul (Itanhaém, Peruíbe e Praia Grande), que apresentaram ligeiras baixas nos imóveis de três dormitórios.
Na região central, casas de quatro dormitórios também tiveram a diária reduzida em mais de 48%, passando de R$ 1.627 para R$ 834.Foi a maior queda registrada em todo o litoral.
“Há uma tendência de alinhamento dos valores de locação que tem se intensificado nos últimos anos, tornando semelhantes as diárias de imóveis de mesmo padrão”, diz José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

Entre os fatores que levam a essa aproximação de valores, Neto cita a melhoria do urbanismo de cidades praianas, as condições de infraestrutura de hospedagem e o maior fluxo de locatários temporários.
“Cidades do litoral sul se capacitaram para receber mais visitantes, com obras de reforma e urbanização das orlas das praias. Além disso, um maior número de famílias passou a ter renda disponível para esse tipo de lazer e as cidades do litoral norte continuam atraindo um público de maior renda”, diz Neto.
Essa combinação de movimentos “se traduziu em pressão de demanda sobre o aluguel”, afirma Neto.

A pesquisa do Creci-SP aponta também que o período médio de ocupação dos imóveis varia de um a dez dias. “Mas sempre é possível negociar prazos e valores”, diz Neto.
Já o número de pessoas permitido pelos proprietários varia de acordo com o tipo de imóvel. O máximo para casas e apartamentos de um dormitório é de até cinco ocupantes, chegando a 20 nas casas com quatro dormitórios.

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