Mais de 90% de segurados do INSS ganham benefício de até R$ 2 mil no País. E 712 mil ganham menos que o mínimo.

A aposentadoria no Brasil continua sendo um castigo para milhões de segurados do INSS que sempre contribuíram pelo teto previdenciário, e também um meio de sobrevivência para mais de 16 milhões de pessoas que tiveram suas contribuições baseadas no salário mínimo, principalmente no setor rural.

É que a maioria dos aposentados do País ganha menos da metade do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que hoje é de R$ 4.159,00. Segundo estatística do Ministério da Previdência Social, nove em cada dez aposentados ou pensionistas ganham benefício menor do que R$ 2 mil.

Isto significa, com base Mais de 90% de segurados do INSS ganham benefício de até R$ 2 mil no País. E 712 mil ganham menos que o mínimo raio x das aposentadorias nas estatística de junho, que quase 24 milhões de segurados de um total de 26,2 milhões, recebem menos da metade do teto. Em Santos, a média de pagamento para segurados é de R$ 1.153,89.

A Gerência Executiva do INSS em Santos controla o pagamento mensal de 336,6 mil beneficiários, no total de R$ 388,4 milhões. Essa gerência controla o atendimento da agência em Santos e das unidades em Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Registro, São Vicente, Praia Grande e Miracatu.

Os números previdenciários levam em conta os benefícios urbanos e também os rurais. Destes, a grande maioria recebe o piso mínimo nacional (R$ 678,00). Essa faixa representa 16.412.881 segurados do INSS.

Se, por um lado, existem esse batalhão de pessoas que ganham apenas o salário mínimo, existem ainda os que ganham menos que o piso nacional. O INSS diz que são quase 713 mil e que isso é possível devido a serem beneficiários de pensões que são divididas entre dois ou mais segurados, ou caso de trabalhadores com jornada menor, o que faz reduzir os benefícios abaixo do mínimo.

É difícil, mas alguns segurados ganham acima do teto do INSS

Se existem os segurados que ganham menos que o piso nacional também há os que ganham acima do teto previdenciário, o que não é mais possível pela legislação em vigor.

São mais de 7 mil benefícios em todo o País, dois deles acima de R$ 20 mil. Segundo o Ministério da Previdência Social, tratamse de segurados que foram beneficiados por legislações anteriores, ou que foram contemplados por sentenças e decisões judiciais, como ex-combatentes, aposentados da aeronáutica, anistiados políticos e pensionistas de anistiados políticos.

O teto atual da Previdência Social é de R$ 4.159,00, o que representa pouco mais de seis salários mínimos. Para receber o valor máximo pago pelo INSS, os segurados devem estar contribuindo há vários anos pelo valor máximo e ter um Fator Previdenciário positivo de 1,2, ou seja: terá que ter ainda 62 anos de idade e contribuído cerca de 44 anos para o INSS.

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A mudança, que atende a uma resolução da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), visa ampliar os recursos de numeração dos telefones, para atender a demanda de novos usuários.

A partir deste domingo (25), as ligações para celulares com DDD 13 ganharão mais um dígito. Assim como aconteceu com o DDD 11, em julho de 2012, os números serão acrescentados com o dígito 9. A mudança, que atende a uma resolução da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), visa ampliar os recursos de numeração dos telefones, para atender a demanda de novos usuários.

Além do DDD 13, terão de usar o dígito 9 os clientes de operadoras de telefonia móvel das áreas de registro 12, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 – todas no Estado de São Paulo. A partir de 27 de outubro, a mudança ocorrerá também para os celulares das áreas 21, 22 e 24 (Estado do Rio de Janeiro) e 27 e 28 (Espírito Santo).

O nono dígito deverá ser acrescentado por todos os usuários de telefone fixo e móvel que ligarem para celulares de São Paulo, independentemente do local de origem da chamada. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a medida tem como objetivo aumentar os recursos de numeração na telefonia celular do estado.

Haverá um período de adaptação, no qual as ligações discadas com oito dígitos ainda serão completadas, mas gradualmente haverá interceptações das chamadas e os usuários receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem. Após esse período, as chamadas marcadas com oito dígitos não serão mais completadas.

Em outubro, será a vez das cidades do Rio de Janeiro (DDDs 21, 22 e 24) e do Espírito Santo (DDDs 27 e 28) ganharem mais um dígito nos números de celulares. Até o fim de 2016, todos os telefones móveis do país terão mais um número.

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Área onde o prédio foi construído, no bairro Mirim, foi doada pela Prefeitura.

O Ministério Público inaugurou na manhã desta sexta-feira (23) o edifício sede da Promotoria de Justiça de Praia Grande. O prédio de dois pavimentos foi construído em um terreno doado pela Prefeitura de Praia Grande, no bairro Mirim.

A solenidade contou com a presença de diversas autoridades, como o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Marcio Fernando Elias Rosa, o corregedor-geral do Ministério Público de São Paulo, Nelson Gonzaga de Oliveira, promotores de Justiça da Comarca de Praia Grande, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, além do prefeito Alberto Mourão, secretários municipais e vereadores.

O local conta com dez gabinetes, sala para assistentes jurídicos, sala de reuniões e auditório, e foi construído seguindo padrões de acessibilidade, buscando atender de forma plena à comunidade, incluindo uma passarela suspensa que permite o acesso do prédio do MP e ao Fórum.

Ao lembrar o processo de aquisição da área, o procurador-geral enfatizou a importância do bom entendimento entre os três poderes. “Essa obra foi possível graças ao Poder Executivo, no processo de afetação da área pública, ao Legislativo na adaptação do projeto quando da necessidade de refazê-lo para licitar a obra e ao Judiciário que autorizou a passarela ligando os dois prédios”.

Construída na Rua José Borges Neto, nos fundos do prédio do Fórum da Cidade, e próximo ao prédio da Justiça do Trabalho, do Posto Fiscal da Secretaria da Fazenda e da Prefeitura, a nova sede do Ministério Público vem ao encontro do que já havia sido planejado nos anos 80 por antigos prefeitos, denominado pelo prefeito Alberto Mourão de Centro Cívico, ou seja, a concentração dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário no centro geográfico da Cidade.


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Com o evidente crescimento da Cidade, Mourão observou que a qualidade na prestação dos serviços ao cidadão é fundamental e que, por acreditar nisso, sempre prezou pelas parcerias com outros órgãos. “Entendo que deve haver essa união, sempre respeitando a independência de cada um dos órgãos. A Prefeitura, constantemente é pressionada a resolver questões que nem sempre são sua atribuição. Mas temos responsabilidade política e por isso funcionamos como um porta-voz desses órgãos”.

Recentemente, o chefe do Executivo esteve reunido com magistrados da Comarca de Praia Grande e com o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivan Ricardo Garisio Sartori, para expor a necessidade de reforma e ampliação da capacidade do Fórum. Atualmente, o Município conta com nove varas, sendo três Cíveis, duas da Família, duas Criminais, uma da Fazenda e um Juizado do Menor.

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Evento ocorre nesta quinta-feira (15).

O transplante de medula óssea é a única chance de vida para portadores de leucemia e outras doenças do sangue. O assunto será tema de palestra em Praia Grande, nesta quinta-feira (15), a partir das 9 horas, no Auditório Jornalista Roberto Marinho (Rua José Borges Neto, n° 50, Bairro Mirim). A entrada é gratuita. A Secretaria de Saúde Pública (Sesap) e o Projeto Joaninha Medula são organizadores do evento.

A palestra busca esclarecer e desmistificar a doação de medula óssea. As informações transmitidas no encontro terão papel fundamental na orientação dos participantes sobre os procedimentos para o cadastro de doadores no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e a importância deste cadastro para salvar vidas.

A compatibilidade entre o doador e o receptor é o único problema desse procedimento médico, com uma chance de sucesso de um para cem mil casos. Qualquer pessoa com boa saúde pode ser doador. Basta ter idade entre 18 e 55 anos incompletos.

Só não pode ser doador quem já teve hepatite após os 10 anos de idade, quem já fez quimio ou radioterapia e quem é dependente de insulina. Quem já fez o cadastramento anteriormente também não deve se cadastrar novamente.

Cadastro – Recentemente Praia Grande realizou cadastramento de candidatos a doadores de medula óssea, no Centro de Especialidades Médicas e Assistência Social (Cemas). Um total de 295 pessoas movimentou a unidade, que abrigou pela primeira vez a ação em Praia Grande. As amostras de sangue e os dados dos candidatos foram cadastrados no Redome.

Projeto de Joaninha – O projeto tem dois anos de existência. O trabalho, 100% voluntário, consiste em acompanhar e auxiliar tantos os pacientes que precisam de um transplante como a família dos mesmos. O grupo busca doadores solidários e ainda desmistificar o processo de doação para contar com mais adesões.

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Mais de 100 peças foram arrecadas durante evento deste ano.

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Doutor Charles Antunes Bechara realizará novas edições da campanha “Inverno Aquecido”. O evento deste ano, que contou com doações de munícipes e profissionais da UPA, arrecadou mais de 100 peças de roupas (infantis e de adultos) e cobertores.

As peças doadas foram encaminhadas para pacientes carentes que buscam atendimento médico emergencial na própria unidade. O excedente teve como destino a Secretaria de Promoção Social (Sepros). A campanha teve um ponto fixo de coleta na recepção principal do equipamento de saúde praia-grandense.

O coordenador administrativo da UPA, Carlos Eduardo Lobo, ressaltou o objetivo principal de ajudar quem precisa, a enfrentar o inverno com mais segurança e conforto. “Essa época do ano é muito fria. A campanha teve como público-alvo a população em situação de vulnerabilidade e moradores de rua. Contamos com a solidariedade de todos”.

Além de Lobo, participaram da organização da primeira edição da campanha a também as coordenadoras administrativa, Luana Bueno, de enfermagem, Carla Portela e a assistente social, Paula Bernardino.

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